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GaleriaCada Projeto Conta Uma História de Dados

Cada projeto começa com um desafio diferente — e ganha forma em dados claros na tela.
Aqui você encontra uma seleção de dashboards e cockpits que criamos para nossos clientes. De funis de conversão em healthcare a painéis de performance de campanhas de e-mail e cockpits de base de leads, cada case mostra como estruturamos dados, conectamos fontes e entregamos visões que ajudam a decidir mais rápido.
Navegue pelos exemplos e conheça na prática o que a DMIE entrega.

Este cockpit mostra, de forma visual, a jornada dos médicos do público alcançado até a prescrição.
Em poucos cliques você entende:

  • Quantos médicos foram impactados.

  • Quantos avançaram para cadastro, engajamento, visita e prescrição.

  • Em qual etapa o funil está perdendo eficiência.
    É a visão ideal para acompanhar campanhas e ações de relacionamento em healthcare.

O painel organiza o funil em etapas claras, com volume e taxa de conversão em cada uma delas:

  • Público Alcançado

  • Usuários Únicos

  • Cadastrados

  • Engajados

  • Visitados

  • Prescritores
    Assim você enxerga onde investir em mídia, 

Além do funil, o dashboard traz uma aba de Perfil da Base que mostra:

  • Proporção de médicos ativos x inativos.

  • Evolução do cadastramento ao longo do tempo.

  • Distribuição por especialidade e recência de acesso ao site.
    Esses insights ajudam a priorizar segmentos, planejar ações de reativação e desenhar campanhas mais cirúrgicas.

O painel inclui uma seção de Análise Generativa, explicando como conectar inteligência artificial ao Power BI.
A partir de dados bem estruturados e do licenciamento adequado, é possível:

  • Fazer perguntas em linguagem natural sobre o funil.

  • Gerar insights automáticos e detectar oportunidades.

  • Acelerar decisões de marketing e dados sem depender de consultas complexas.
    É o próximo passo para transformar esse cockpit em um copiloto de decisão para o seu time.

Este cockpit consolida a performance de campanhas de e-mail marketing em uma única visão.
Em poucos cliques você entende:

– Quantos e-mails foram entregues, abertos e clicados.
– Qual a taxa de abertura e o click-to-open rate (CTOR) geral.
– Como a performance evolui ao longo do tempo.

É a visão ideal para acompanhar estratégias de conversão por e-mail em operações multipaís.
O painel organiza os KPIs essenciais de forma clara e direta:

– Entregues e número de contatos impactados.
– Abertos e taxa de abertura.
– Clicados e CTOR (Click-to-Open Rate).
– Evolução temporal de entregas, aberturas e open rate.

Com esses números você identifica rapidamente quais disparos performaram melhor e onde ajustar a estratégia.
O dashboard quebra os resultados por país, comparando três métricas lado a lado:

– Taxa de Abertura por país.
– Click Through Rate (CTR) por país.
– Click-to-Open Rate (CTOR) por país.

Essa visão permite priorizar mercados, adaptar conteúdo por região e alocar investimento onde o engajamento é maior.
O painel de detalhes traz um gráfico de dispersão (bubble chart) que cruza Open Rate com CTOR para cada campanha, segmentado por país.
Com linhas de referência de benchmark, é possível:

– Identificar campanhas acima e abaixo da média.
– Comparar a performance entre países em uma única visualização.
– Detectar padrões e outliers que merecem investigação.

É a análise que transforma dados de e-mail em decisões de otimização para o próximo disparo.
Este painel reúne tudo o que você precisa saber sobre a sua base de leads em uma única tela.
Em poucos cliques você entende:

– Quantos CPFs únicos, telefones, e-mails e endereços compõem a base.
– Qual a contribuição de cada fonte de origem.
– Como a base está distribuída geograficamente por estado e cidade.

É a visão ideal para avaliar cobertura, consistência e oportunidades de enriquecimento da base.
O painel organiza os totais da base em quatro blocos principais:

– Total de CPFs únicos e proporção por fonte.
– Total de telefones e proporção por fonte.
– Total de e-mails e proporção por fonte.
– Total de endereços e proporção por fonte.

Cada bloco ainda detalha a distribuição por estado e cidade, mostrando onde a base é mais forte e onde existem lacunas a preencher.
O cockpit vai além dos totais e revela o perfil dos leads:

– Distribuição por faixa de idade — de menores de 17 a maiores de 65 anos.
– Classificação de telefones — ativos, inativos, móveis, fixos e comerciais.
– Segmentação de e-mails por zona de qualidade — pessoal, comercial, verde, laranja, cinza e não definido.
– Distribuição de endereços por cidade.

Com essa visão você identifica a composição real da base e toma decisões mais precisas sobre segmentação, campanhas e higienização.
O painel classifica cada tipo de contato por qualidade e status:

– Telefones ativos vs. inativos, móveis vs. fixos.
– E-mails em zona verde (confiáveis), laranja (atenção) e cinza (risco).
– Proporção de dados não definidos (N/D) que indicam campos incompletos.

Esse diagnóstico mostra o quanto da base está realmente pronto para ativação — e o quanto precisa de enriquecimento ou limpeza antes de ser usado em campanhas.
Este diagrama apresenta a arquitetura completa de uma operação orientada a dados — do banco central até os canais de ativação.
Em uma única tela você entende:

– De onde vêm os dados (brokers e fontes externas).
– Como são tratados, armazenados e organizados no banco central.
– Como fluem para campanhas de e-mail, WhatsApp, mídia paga e outros canais.

É o mapa que conecta engenharia de dados, marketing e vendas em um fluxo integrado.
O fluxo começa com a ingestão e organização dos dados:

– Brokers fornecem bases que são tratadas e inseridas no banco de dados central.
– O gerenciador de campanhas controla a segmentação e o envio para os canais.
– Regras de limpeza garantem remoção de duplicados, endereços inválidos e dados fora de padrão.

Com essa fundação, cada disparo parte de uma base confiável e atualizada.
O mapeamento detalha como os disparos são executados com qualidade:

– Disparadores de e-mail e WhatsApp processam bases limpas e segmentadas.
– Validação classifica cada contato: base válida, repique, spam, hard bounce e optout.
– O fluxo garante que apenas contatos qualificados recebam comunicações.

Essa camada de validação protege a reputação do domínio e maximiza a entregabilidade.
Na ponta final, os dados alimentam múltiplos canais de forma coordenada:

– Mídia paga (Meta e outras fontes de tráfego) com rastreamento completo.
– WhatsApp e e-mail com jornadas automatizadas.
– Landing pages com tracking via Google Analytics.
– Agentes e influencers integrados ao fluxo de dados.

Cada interação é rastreada de volta ao banco central, fechando o ciclo de dados e permitindo medir o resultado real de cada canal.
Na base do diagrama, o modelo de dados mostra como as informações são organizadas:

– Tabelas base e tabelas sumarizadas conectadas por chaves primárias e estrangeiras.
– Estrutura relacional que sustenta consultas rápidas e dashboards confiáveis.
– Organização pensada para escalar conforme o volume de dados cresce.

É a engenharia invisível que faz tudo funcionar — e que garante que os números nos dashboards sejam confiáveis.
Este diagrama apresenta a jornada completa de um processo comercial — da prospecção até a implantação.
Em uma única tela você entende:

– Todas as etapas que um lead percorre até se tornar cliente.
– Quais etapas são automatizadas e quais dependem de ação manual.
– Onde estão os gargalos e pontos de atenção que travam o fluxo.

É o mapa que revela como a jornada realmente funciona — e onde ela pode ser otimizada.
O fluxo é organizado em fases claras e sequenciais:

– Prospecção e causa de entrada do lead.
– Primeiro contato e avaliação por comitê.
– Admissão, comunicação e documentação.
– Análise final, processo de contratação e implantação.

Cada fase mostra os passos necessários, os responsáveis e o status de cada ação, criando uma visão end-to-end do processo comercial.
O mapeamento diferencia visualmente cada tipo de etapa por cor:

– Etapas automatizadas (verde) — o sistema resolve sem intervenção.
– Pontos de atenção (vermelho) — etapas onde o fluxo costuma travar.
– Ações manuais ou pendentes (amarelo) — dependem de pessoas.
– Etapas de sistema ou CRM (azul) — integrações e registros automáticos.

Com essa classificação você identifica rapidamente o que automatizar, o que simplificar e onde o time perde mais tempo.
Com o mapeamento completo em mãos, é possível:

– Eliminar etapas redundantes e reduzir o tempo do ciclo comercial.
– Automatizar o que é repetitivo e liberar o time para o que exige estratégia.
– Monitorar gargalos em tempo real e agir antes que virem problema.

É a base para transformar um processo comercial reativo em uma operação previsível e escalável.